
Eterno
E eu silenciei,
te fechei e te guardei.
As súplicas sufocadas...
Minha saliva amargada...
E a fé dissipada.
Por que nem todo fim
é feliz.
Nem tudo em mim é belo
como flor-de-lis.
E você foi
se calando
distanciando
virando pedra.
Minhas mão abertas...
Esperando o encontro...
Cancelado pela ausência.
E minha essência
perdendo a cor.
Meu olhar
perdido neste amor.
Estou querendo
apagar você.
Acordando, dormindo,
eu tento viver.
As luzes apagadas
me impedem de ver.
Como fiquei triste
depois de te perder.
Indestrutível...
Belo, duro e frio..
Diamante.
Você se mumificou
e se emudeceu,
dentro de mim.
Tatá R. da S.







2 comentários:
Tatá amo seus poemas, seu blog tá lindo, vou visitar sempre!!! Vê se coloca uns românticos ou aqueles que você conta sobre animais x homem, são perfeitos. Beijos, love u.
Muito bom...a cada dia cresce sua poesia.
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