domingo, 14 de setembro de 2008


Eterno

E eu silenciei,
te fechei e
te guardei.
As súplicas sufocadas...

Minha saliva amargada...

E a fé dissipada.

Por que nem todo fim

é feliz.

Nem tudo em mim é belo

como flor-de-lis.

E você foi
se calando

distanciando
virando pedra.
Minhas mão abertas...

Esperando o encontro...

Cancelado pela ausência.

E minha essência

perdendo a cor.

Meu olhar

perdido neste amor.

Estou querendo
apagar você.
Acordando, dormindo,
eu tento viver.

As luzes apagadas
me impedem de ver.

Como fiquei triste

depois de te perder.


Indestrutível...

Belo, duro e frio..

Diamante.

Você se mumificou

e se emudeceu,

dentro de mim.

Tatá R. da S.

2 comentários:

Anônimo disse...

Tatá amo seus poemas, seu blog tá lindo, vou visitar sempre!!! Vê se coloca uns românticos ou aqueles que você conta sobre animais x homem, são perfeitos. Beijos, love u.

Cris de Souza disse...

Muito bom...a cada dia cresce sua poesia.