domingo, 14 de setembro de 2008


Efêmeras Relações

Beijo, saliva, línguas,
gosto, sensações..
Corpos colados,
olhos fechados.

O calor físico

afastando o frio.
O tempo preenchido

mas em mim um vazio.


Tudo muito estático.

Imóvel, imutável...
Nada me balança.

Ninguém te alcança.


Nenhum sentimento,
E nem mesmo emoções..

Tentativas em vão..

ninguém invadiu meu coração.

Tatá R. da S.

4 comentários:

Eustáquio disse...

Realmente as tuas palavras são levemente pesadas ricamente simples e intensamente rotineiras, parece mais uma brisa dentro da tempestade que se sente apenas quando se tem muita razão a sensibilizar!

Ulisses José Da Silva disse...

O sonhar e o querer, o amar e ter, tudo na poesia podemos, mas somos sentimentos, e voce tem muito, lindo , beijo !!!

Anônimo disse...

ótima este poema tatá! lord jafa

Anônimo disse...

ótimo este poema tatá. muito bom. me lembrei deste.

amor maior, amor da inteira metade

“o maior de todos os amores
é o amor em segredo
aquele que é só nosso
assim como amor verdadeiro.
pois todo amor
é apenas de quem ama,
o ser amado é a meta desse amor
e ele é inteiro.
por isso existem tantos
amores não correspondidos,
porque o amor
é a viagem de um só.
amores de cinema
e de contos de fada
são belos e até existiram
e poderão existir,
mais um amor a dois
cumplicidade e entrega total
de pensamento, corpo e alma,
esse amor, com o que qual
todos sonhamos,
esse sempre será a meta.
e quantos o têm tentado?
vivi tempos de amor assim
e até me esqueci da efemeridade
e do fim.” (lord jafa)