segunda-feira, 1 de março de 2010


Quebrando o silêncio

Minha casa são meus amigos,
com eles só corro perigo
de ser eu mesma.
Deito no chão da sala
e transmito minhas falas
trocando olhares com meu cachorro.
Por que as vezes
é ele que me entende sem julgar
o meu pedido de socorro.
O barulho da chuva me traz
o que busquei em tempos... Paz.
E o que tentei fazer antes,
flui naturalmente com inspiração,
quando se aquieta o coração.
As palavras reaparecem na escrita
enquanto a criança interna dita
o que antes oscilei em dizer.
Meu pior inimigo
as vezes é o tempo perdido
mas estou sem vontade de correr.
Rimas sem compromisso e padrão,
e versos desconexos.
É de mim uma versão.
E talvez minha sanidade
esteja fazendo uma visita...
Digo com alegria: -Seja bem-vinda!

Tatá R. da S.

9 comentários:

Rafael Sperling disse...

Eu gosto de cachorro quente.

Luciana Brito disse...

As coisas vivem mudando e a gente se aquieta.
Só precisamos ser nós mesmos, filhotinha!

Sumiu, hein?
Beijo!

Maldito disse...

Tudo tem sua fase,..
gostei muito!
Inté!

Jeferson Cardoso disse...

Falei deste assunto em minha última postagem. Pura coincidência.

Abraço: Jefhcardoso

Fê Colcerniani disse...

Hum... Lindo poema...
Achei lindo o seu blog... Voltarei mais
Bjs

Paulo Vitor Cruz, ele mesmo disse...

hum, esse ficou sensacional... teus 'versos desconexos' estão melhores a cada dia...

bai bai.

Sylvia Araujo disse...

Adoro amigos, cachorro, barulho da chuva, criança interna, rimas e alegria!
Vim agradecer sua visita e rimas carinhosas, e adorei o seu cantinho.
Voltarei sempre. Te trago um algodão doce na próxima, viu?

Beijoca

Priscila Rôde disse...

Nos últimos dias, o meu pior inimigo sou eu mesma!

Beijos querida.

Camila disse...

Ser a gente sempre é uma ótima opção!
Amo te lerrr...

Saudades