
Quebrando o silêncio
Minha casa são meus amigos,
com eles só corro perigo
de ser eu mesma.
Deito no chão da sala
e transmito minhas falas
trocando olhares com meu cachorro.
Por que as vezes
é ele que me entende sem julgar
o meu pedido de socorro.
O barulho da chuva me traz
o que busquei em tempos... Paz.
E o que tentei fazer antes,
flui naturalmente com inspiração,
quando se aquieta o coração.
As palavras reaparecem na escrita
enquanto a criança interna dita
o que antes oscilei em dizer.
Meu pior inimigo
as vezes é o tempo perdido
mas estou sem vontade de correr.
Rimas sem compromisso e padrão,
e versos desconexos.
É de mim uma versão.
E talvez minha sanidade
esteja fazendo uma visita...
Digo com alegria: -Seja bem-vinda!
Tatá R. da S.







9 comentários:
Eu gosto de cachorro quente.
As coisas vivem mudando e a gente se aquieta.
Só precisamos ser nós mesmos, filhotinha!
Sumiu, hein?
Beijo!
Tudo tem sua fase,..
gostei muito!
Inté!
Falei deste assunto em minha última postagem. Pura coincidência.
Abraço: Jefhcardoso
Hum... Lindo poema...
Achei lindo o seu blog... Voltarei mais
Bjs
hum, esse ficou sensacional... teus 'versos desconexos' estão melhores a cada dia...
bai bai.
Adoro amigos, cachorro, barulho da chuva, criança interna, rimas e alegria!
Vim agradecer sua visita e rimas carinhosas, e adorei o seu cantinho.
Voltarei sempre. Te trago um algodão doce na próxima, viu?
Beijoca
Nos últimos dias, o meu pior inimigo sou eu mesma!
Beijos querida.
Ser a gente sempre é uma ótima opção!
Amo te lerrr...
Saudades
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