quarta-feira, 31 de março de 2010


Imaginação inofensiva

Eu quebraria os dedos dela
e riscaria a cara dela com o pior batom.
Eu desceria do meu salto,
aumentaria minha voz, meu tom.

Daria as costas pro meu orgulho
e mostraria minha fúria a ela.
Provaria pra quem estivesse vendo
que também existe força numa magrela.
.
Meu foco não seria aquele cabelo pico,
se for pra brigar eu faço direito.
Daria uma rasteira, jogaria no chão
e ela sentiria o concreto com um beijo.

Teria as marcas das minhas unhas
na pele para sempre se lembrar de mim.
Nunca mais mexeria com o que me pertence
pois saberia como eu posso ser ruim.

Mas enquanto isso não for preciso
mantenho a classe, finjo que ela não existe.
Continuo mostrando minha segurança
e bondade para ele enquanto ela insiste.

Tatá R. da S.

7 comentários:

Paulo Vitor Cruz, ele mesmo disse...

femininíssimo esse... daqueles q definem bem do q é feita uma mulher de verdade...

abs grande.

Rafael Sperling disse...

É, dá porrada nela!!!! QUEBRA CARA DELA.

Letícia disse...

Adorei a parte
"Provaria pra quem estivesse vendo
que também existe força numa magrela"
é isso que tendo provar também =´)
Beijoo.

Cris de Souza disse...

Gostei do aviso...

Saudades, minha estrelinha !

Sylvia Araujo disse...

Vixi! Melhor mandar um aviso, antes que metade disso seja preciso. rs

Beijoca, menina bonita (e arretada!)

Anônimo disse...

Acho que essa perna tá fora do lugar... tudo bem!

aluisio martinns disse...

bondade treinada, a pior de todas as maldades...