
Não quero
É uma piscina de vácuo.
O vazio se torna denso -
me consome por completo.
Toda fome que não sacio
torna tudo mais intenso.
De medo o dia fica repleto.
Eu nunca soube como perder.
Eu fecho os olhos e digo não,
como uma criança mimada.
A vontade de te reter
na escrita alaga o coração
mas não afoga a dor causada.
Tatá R. da S.







4 comentários:
Não, é uma piscina de açaí!!!
Belissima construção amei teu poema, parabens, beijos !!!
Nada afoga!
O vazio sempre é cheio de algo.
Saudades, talvez.
BeijOs
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