terça-feira, 13 de julho de 2010


Saída

Eu acho que saí.
Saí por aquela porta.
Com uma tristeza, vazio,
mas ainda não estou morta.

Você acha que é fácil?
É, você não imagina.
Meu sorriso sumiu só que
é isso que me destina.

Quando se chega
ao fim do corredor,
você tem que ir
sem trunfo, com dor.

Eu fiz de tudo,
corri atrás do infinito.
Mas não me vi mais próxima,
compartilhando um dia bonito.

Fui sua, fui inteira.
Em mim há um universo
onde te abracei toda noite,
te acordei com mordida e verso.

Vai continuar aqui,
eu não te mandei embora.
Porém, apaguei a luz
e fui caminhar lá fora.

Tatá R. da S.

7 comentários:

Fernanda Magalhães disse...

Ninfa! Que delicia esse tal de amor! Que delicia expressar isso.


Vai caminhar vai...

Priscila Rôde disse...

Mandar embora é sempre difícil.
Ao menos caminho sem o peso da palavra não dita.

Um beijo.

Rafael Sperling disse...

Eu to do lado de fora, tentando comer os bichinhos da grama.

.Rafaela Sá. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
.Rafaela Sá. disse...

Pela primeira vez te superei nas postagens mensais =P haha

Aihm amics, sei total o que é esse seu texto. Tô lutando pra não chegar no fim do corredor.

Beijos! *=]

O Neto do Herculano disse...

Estamos sempre de saída.

Braulio Pereira disse...

céus!!!!!!!!!!

voce me deixa louco

adoro sua alma adoro voce!!


beijos ternura!!