
Dor silenciosa
Meu olhar permeia
buscando saída.
Minha mente tateia
a verdade escondida.
Minha voz reclusa
em meu corpo
questiona confusa
o caminho torto.
Sou cárcere de mim,
do meu destino.
Me aproximo do fim,
se no desejo declino.
O êxito existe mas
eu o afasto.
A cada minuto jaz
em que te retrato.
Tatá R. da S.







9 comentários:
O retrato da dor, silêncio nos diz taanta coisa. Basta calar-se e compreender.
;D
As dores silenciosas são as que atormentam mais... Talvez essa dor do poema não precise ser silenciada e amenize-se rapidinho.
=]
Beijo Tatá o/
Belo, denso.
Sua escrita está amadurecendo.
Beijo, minha estrelinha.
Gosrei bastante.
Bjus.
"O êxito existe mas
eu o afasto.
A cada minuto jaz
em que te retrato"
Parece tanto comigo... ainda mais a parte do asfalto.
Beijo coisa rara!
Tatazinha é pequenininha, mas grande que só de alma poética.
Lindo demais amadaaaaaaaaa
Tatazinha minha...
A dor silenciosa é, sem dúvida, a mais dolorida, mas aquela que faz lembrar de um amor que nunca morre: amor próprio.
Beijo na testa.
vc tem bonms poemas aq, parabns
bjão
Essas dores silenciosas, poxa,
elas aparecem do nada, e sempre machucam.
Mais olha Tais, tem dores que vem para o bem, como já diz o ditado.
Mais o que precisamos fazer, e parar e pensar o quanto já vivemos e o que sentimos por nós mesmos.
Beijo.
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