sexta-feira, 6 de março de 2009


Dor silenciosa

Meu olhar permeia

buscando saída.
Minha mente tateia
a verdade escondida.

Minha voz reclusa
em meu corpo
questiona confusa
o caminho torto.

Sou cárcere de mim,
do meu destino.
Me aproximo do fim,
se no desejo declino.

O êxito existe mas
eu o afasto.
A cada minuto jaz
em que te retrato.

Tatá R. da S.

9 comentários:

Vinícius Remer disse...

O retrato da dor, silêncio nos diz taanta coisa. Basta calar-se e compreender.
;D

Luciana Brito disse...

As dores silenciosas são as que atormentam mais... Talvez essa dor do poema não precise ser silenciada e amenize-se rapidinho.

=]

Beijo Tatá o/

Cris de Souza disse...

Belo, denso.
Sua escrita está amadurecendo.

Beijo, minha estrelinha.

Emerson Souza disse...

Gosrei bastante.
Bjus.

Camila disse...

"O êxito existe mas
eu o afasto.
A cada minuto jaz
em que te retrato"

Parece tanto comigo... ainda mais a parte do asfalto.

Beijo coisa rara!

«Line» disse...

Tatazinha é pequenininha, mas grande que só de alma poética.

Lindo demais amadaaaaaaaaa

Haya disse...

Tatazinha minha...
A dor silenciosa é, sem dúvida, a mais dolorida, mas aquela que faz lembrar de um amor que nunca morre: amor próprio.
Beijo na testa.

Julio Melo disse...

vc tem bonms poemas aq, parabns
bjão

Luan disse...

Essas dores silenciosas, poxa,
elas aparecem do nada, e sempre machucam.

Mais olha Tais, tem dores que vem para o bem, como já diz o ditado.

Mais o que precisamos fazer, e parar e pensar o quanto já vivemos e o que sentimos por nós mesmos.

Beijo.