quarta-feira, 14 de janeiro de 2009


Até logo

Miro meus olhos nos teus
digo tudo o que prorrogo.
Se fecho não digo adeus
digo apenas até logo.

Não permito te ver partir
prefiro não me torturar.
Sua presença me faz sorrir
quero sorrir quando não está.

Enquanto estou aqui
tento não pensar na despedida.
Pois quando me deixar ir
abrirá em mim uma ferida.

Quando meu rosto começar
a se dissipar em sua mente,
Preciso que venha me encontrar
e me restaurar novamente.

Tatá R. da S.

2 comentários:

Cris de Souza disse...

as despedidas abrem frestas.
linda!beijo.

Luciana Brito disse...

Despedidas sempre são tristes. =(
Seu poema me trouxe uma lágrima.

Beijo.